Quem somos?

Somos homens e mulheres. Estamos ligados à Pastoral da Família do Patriarcado de Lisboa e abertos ao mundo. Uns casados, outros não. Alguns com uma atração por pessoas do mesmo sexo, todos com a certeza de que essa atração não é um ponto de chegada, mas um ponto de partida – um ponto de partida para um melhor conhecimento de nós próprios e do dom que podemos ser para os outros.

Não desejamos essa atração, mas também não a negamos. Porque compreendemos que ela é uma reação, embora desordenada, à nossa ânsia de um amor verdadeiro e ao nosso desejo de nos tornarmos naquilo que somos – livres para amar.

Para onde vamos?

Queremos aprofundar e partilhar os conhecimentos que fomos adquirindo, sustentados na fé e na ciência. Pretendemos apoiar outros homens e mulheres nos seus esforços para enfrentar as suas dificuldades afetivas e relacionais e inspirá-los a descobrir os planos de Deus para a sua sexualidade.

Tencionamos contribuir para uma Igreja e uma sociedade que não discriminem pessoas com atração pelo mesmo sexo nem, por outro lado, neguem a estas pessoas a possibilidade de decidirem por si próprias a forma como pretendem abordar essa atração e as suas causas. Porque só existe amor em liberdade. E todos somos livres para amar.

Como nos podes contactar?

Se queres conhecer mais, se precisas de apoio, se te queres juntares a nós, podes enviar um mail para: mais@livresparaamar.pt

De onde vimos?

Acreditamos que Deus nos criou – homens e mulheres – à Sua imagem e que essa identidade – masculina ou feminina – é uma parte essencial do Seu plano para a nossa vida. Achamos que a sexualidade é um extraordinário dom de Deus e que as relações sexuais devem ter lugar entre um homem e uma mulher no quadro de uma união fiel e fecunda.

Entendemos que a atração pelo mesmo sexo está relacionada com necessidades não satisfeitas de afeto e afirmação. Não é essa atração que nos define, mas o facto de sermos filhos e filhas de Deus. A nossa identidade está em Jesus Cristo, que morreu por nós e por quem queremos viver. Foi a consciência do amor de Deus que nos libertou do remorso do passado e do medo do futuro. Hoje vivemos no presente – livres para amar.

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Comunicado

O programa da TVI da autoria de Ana Leal transmitido no passado dia 10 de janeiro, com imagens ilicitamente obtidas, sugere que o grupo Livres para Amar oferece uma dita “terapia de conversão para homossexuais”.

O Livres para Amar não oferece, não referencia, nem requer qualquer forma de terapia aos seus membros.

O primeiro objetivo dos membros do grupo Livres para Amar é “viver uma vida casta de acordo com os ensinamentos da Igreja Católica.  Romana” no que diz respeito à sexualidade em geral. A Igreja Católica ensina que todas as pessoas são chamadas à castidade, sejam casadas, solteiras, consagradas ou não.

De acordo com o Catecismo da Igreja Católica (CIC, 2337), “a castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade interior do homem no seu ser corporal e espiritual.” A obrigação de viver a castidade aplica-se às pessoas que nãoexperimentam atração pelo mesmo sexo e igualmenteàs pessoas que experimentam essa atração.

Como grupo de ação pastoral devidamente autorizado pela Igreja, o Livres para Amar acompanha pessoas(homens e mulheres, solteiros e casados) maiores de 18 anos, com atração pelo mesmo sexo que, de livre vontade, tomaram a decisão de viver a virtude da castidade, de acordo com o ensinamento da Igreja Católica.

O grupo Livres para Amar leva a sério a orientação do CIC, segundo o qual as pessoas que experimentam atração pelo mesmo sexo “devem ser acolhidas com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á para com elas todo sinal de discriminação injusta.” (CIC, 2358) Da mesma forma fazemos eco da declaração da Congregação da Doutrina da Fé: “é lamentável que as pessoas homossexuais tenham sido ou sejam objeto de violência ou malicia em palavras e atos. Tal tratamento deve ser condenado pelos pastores da Igreja, sempreque ocorra, revela uma falta de respeito pelos outros que coloca em perigo os mais fundamentais princípios de uma sociedade saudável. A dignidade intrínseca de cada pessoa deve ser sempre respeitada em palavras, nos atos e na lei”.

O Livres para Amar segue o método pedagógico dos 12 passos e tem como objetivo facilitar o encontro dos seus membros com Cristo, num ambiente onde os membros esperam encontrar a discrição necessária para caminhar com companha e em liberdade. Temos um site na Internet, acessível desde há vários meses, com informação vasta e diversificada sobre o que somos e queremos.

Finalmente, gostaríamos de convidar quem nos quiser conhecer a nos contatar para formar – livremente – a sua própria opinião.